Emulação, o inicio do Retrogaming.

No longiquo ano de 1997/1998, numa terra muito, muito distante, um garoto com um pouco mais de 14 anos havia descoberto através de uma revista de jogos eletrônicos de computadores, da Editora Europa, que era possível, a partir de alguns programas e arquivos, jogar os seus consoles preferidos no conforto da sua casa e na frente do seu computador. E, assim, para ele, começou o retrogaming…

 

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A decadência da Tec Toy

Visitem o novo site da Comunidade Mega Drive e vejam essa postagem, dentre outras muitas inéditas, por lá:

http://www.comunidademegadrive.com.br

Houve um tempo em que a Tec Toy era sinônimo de qualidade. Todas as crianças queriam seus brinquedos e videogames. Seus produtos estavam em praticamente todas as listas de Natal e variavam desde o Pense Bem, um jogo eletrônico de perguntas e respostas, até a boneca falante Nádia, que incluía sensores de luz e toque. Isso, claro, sem contar os consoles da SEGA, distribuídos com maestria pela empresa. Quem não tem saudades da seção de videogames das antigas Lojas Americanas, repleta de cartuchos e acessórios para o Master System e o Mega Drive, por exemplo?

Porém, chegou uma hora em que isso começou a mudar. No passado, crianças que tivessem alguma coisa da Tec Toy eram acusadas de ser mimadas e criadas a leite de pera (afinal, eles não eram baratos). De repente, os produtos da empresa passaram a ser vistos como concorrentes de quinquilharias eletrônicas de camelô e de marcas de baixa qualidade como a Dynacom e a Britânia. E, com o foco sempre no Mega Drive, o artigo tratará dessa decadência. Continuar lendo