Palestra Retrogamer no World RPG Fest

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Sonoc, o bicho-preguiça

Quem é que não se lembra disto? Digo, os retrogamers com, pelo menos, 25 anos.

É isso ae!

Sonoc e Maria, os dois jogos que iriam ser lançados no Giga Drive e no Super Nintendo CD!

Clique na imagem para aumentar o tamanho dela.

Bons momentos da Guerra Nintendo x SEGA!

Em nome do Pai: A cena gospel do Mega Drive

O mercado de produtos direcionados ao público cristão cresce a cada dia que passa. Cantores gospel vendem milhares de CDs e DVDs, livros de auto-ajuda com embasamento bíblico se tornam best-sellers e outros produtos como roupas, filmes, brinquedos e objetos de decoração inundam as lojas especializadas no gênero. Tendo em vista que mais de 70% da população segue alguma variante do cristianismo, espaço para expansão é o que não falta.

Nos Estados Unidos, essa cena é ainda maior. E inclui até jogos de videogame. Sim! Embora a maioria deles não seja muito diferente dos títulos seculares e mude-se apenas a ambientação, eles existem. E o Mega Drive recebeu 4 deles, por intermédio de uma desenvolvedora chamada Wisdom Tree. Será que esses cartuchos conseguirão provar ao pastor Jose Yrion que videogames não são coisas do demônio? É o que veremos.

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A SEGA no paredão: a CPI da violência nos jogos de 1993

Vejam essa postagem no novo site da comunidade do Mega Drive:
http://www.comunidademegadrive.com.br/05/sega-na-cpi-da-violencia-dos-jogos/

Quem pensa que a discussão sobre violência nos videogames é recente se engana.  Em 1976, um fliperama chamado Death Race já causava polêmica por seu conteúdo. Porém, nada comparado com o que sofreria a SEGA em 1993. Nesse ano, a fabricante do Mega Drive chegou a ser ouvida numa CPI do Congresso Americano sobre os jogos violentos. Mortal Kombat e Night Trap (SEGA CD) foram os principais bodes expiatórios na época. Porém, essa história é bem mais longa.

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Os primeiros passos do Mega Drive

Visitem o novo site da Comunidade Mega Drive e vejam essa postagem, dentre outras muitas inéditas, por lá:

http://www.comunidademegadrive.com.br

Criar um novo console não é fácil. A simples escolha das peças que farão parte de seu hardware demanda questionamentos que vão desde os custos de produção até o recebimento que ele terá por parte dos criadores de jogos. É um processo caro e demorado.

A SEGA reinava nos fliperamas em meados dos anos 80. Não era incomum ver grandes filas se formando por trás de máquinas como Out Run, Space Harrier, Hang-On ou After Burner. Todos anisavam por uma oportunidade de jogar o que havia de melhor em tecnologia na época.

Este sucesso, no entanto, não era compartilhado por sua divisão de consoles. O SG-1000, lançado em 1983, foi completamente ignorado pelo mercado japonês. O Master System não gozou de melhor sorte, fracassando tanto em sua terra natal como nos EUA. Será que o Mega Drive teria destino diferente? É o que veremos a seguir. Continuar lendo