De quatro é mais gostoso

Sega Team Player

Se, ao ler esse título, você imaginou qualquer coisa que não fosse uma boa disputa entre quatro jogadores, sugiro que procure a Igreja mais próxima para se confessar. Afinal, sua mente anda bem poluída.

Adaptadores como o Sega Team Player e o Four Way Play permitiam reunir toda a galera para disputar partidas agitadas de jogos como Mega Bomberman ou NBA JAM. Em tempos onde redes locais (LANs) e o multiplayer on-line ainda eram rudimentares e restritos a uma pequena parcela da população, os multitaps permitiam que até 8 pessoas pudessem jogar ao mesmo tempo. Era garantia de horas de diversão – e uma verdadeira “visão do inferno” para quem tivesse de limpar a sala depois: restos de salgadinhos, sorvetes e refrigerantes espalhados sobre o tapete e o sofá. Continuar lendo

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A decadência da Tec Toy

Visitem o novo site da Comunidade Mega Drive e vejam essa postagem, dentre outras muitas inéditas, por lá:

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Houve um tempo em que a Tec Toy era sinônimo de qualidade. Todas as crianças queriam seus brinquedos e videogames. Seus produtos estavam em praticamente todas as listas de Natal e variavam desde o Pense Bem, um jogo eletrônico de perguntas e respostas, até a boneca falante Nádia, que incluía sensores de luz e toque. Isso, claro, sem contar os consoles da SEGA, distribuídos com maestria pela empresa. Quem não tem saudades da seção de videogames das antigas Lojas Americanas, repleta de cartuchos e acessórios para o Master System e o Mega Drive, por exemplo?

Porém, chegou uma hora em que isso começou a mudar. No passado, crianças que tivessem alguma coisa da Tec Toy eram acusadas de ser mimadas e criadas a leite de pera (afinal, eles não eram baratos). De repente, os produtos da empresa passaram a ser vistos como concorrentes de quinquilharias eletrônicas de camelô e de marcas de baixa qualidade como a Dynacom e a Britânia. E, com o foco sempre no Mega Drive, o artigo tratará dessa decadência. Continuar lendo

É DO BRASIL! – Os jogos de Mega Drive criados no país

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O Brasil pode se orgulhar por ter um dos melhores times de futebol do mundo, um estilo de vida vibrante ou por ser uma das quatro potências econômicas emergentes (ao lado de China, Rússia e Índia). Porém, ainda não dá para sentir a mesma coisa com relação à indústria nacional de games. Fora uma ou outra empresa pequena que cria, sem receber qualquer incentivo, jogos para os smartphones da vida, não sobra mais nada. Jogos nacionais para consoles caseiros (eu não estou contando o Zeebo, tá, gente?)? Isso ainda é sonhar demais (considerar os caça-níqueis lançados pela Ubisoft São Paulo para Wii e DS é forçar muito a barra)!

Porém, houve um tempo em que as prateleiras das lojas de games brazucas estavam repletas de jogos com personagens bem conhecidos entre nós: a Turma da Mônica, a TV Colosso, o Castelo Rá-Tim-Bum, o Sítio do Pica-Pau Amarelo, dentre outros. Tudo isso graças aos esforços da Tec Toy, que, naqueles dias, buscava ser mais do que uma simples distribuidora de jogos. Continuar lendo

O Mega Drive também se conecta com a internet!

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Quem nunca perdeu várias horas de sua vida jogando pela internet contra os amigos? Em dias de banda larga, 3G e serviços como o Xbox Live e a Playstation Network, isso é comum. Houve um tempo, porém, em que uma simples partida contra seu colega de sala que mora do outro lado da cidade exigia que tivessem uma paciência digna de um monge budista, além de uma carteira bem cheia, pois saía caro, muito caro.

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