Comunidade Mega Drive em novo endereço

A evolução chegou: o blog se transformou em portal, com domínio e layout próprios. Não deixem de conferir:

www.comunidademegadrive.com.br

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Esporte no Mega Drive: Os Grandes Jogos

Visitem o novo site da Comunidade Mega Drive e vejam essa postagem, dentre outras muitas inéditas, por lá:

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Enquanto shooters obscuros atingem preços que chegam a casa de centenas de reais em sites como o Mercado Livre, os jogos de esporte sofrem com o ostracismo. Todos eles são vendidos por preços irrisórios ou incluídos em lotes para que seus vendedores possam se livrar dessas bombas. Ninguém mais quer entrar nos estádios de 16 bits. De certo modo, é algo compreensível, pois esse é o gênero que mais evolui com o avanço da tecnologia. Quem tem acesso às últimas edições de NBAs e FIFAs para os atuais consoles nem cogita voltar ao velho Mega Drive.

FIFA Soccer '95

Porém, nem tudo é lixo. Esse artigo mostrará quais jogos ainda valem a pena de se ter em uma coleção e “tirar uns contras” com os amigos. Como os títulos esportivos foram um dos principais responsáveis pelo sucesso inicial do Sega Genesis nos Estados Unidos, deve existir algo que valha a pena. Então, vamos lá. Continuar lendo

Em nome do Pai: A cena gospel do Mega Drive

O mercado de produtos direcionados ao público cristão cresce a cada dia que passa. Cantores gospel vendem milhares de CDs e DVDs, livros de auto-ajuda com embasamento bíblico se tornam best-sellers e outros produtos como roupas, filmes, brinquedos e objetos de decoração inundam as lojas especializadas no gênero. Tendo em vista que mais de 70% da população segue alguma variante do cristianismo, espaço para expansão é o que não falta.

Nos Estados Unidos, essa cena é ainda maior. E inclui até jogos de videogame. Sim! Embora a maioria deles não seja muito diferente dos títulos seculares e mude-se apenas a ambientação, eles existem. E o Mega Drive recebeu 4 deles, por intermédio de uma desenvolvedora chamada Wisdom Tree. Será que esses cartuchos conseguirão provar ao pastor Jose Yrion que videogames não são coisas do demônio? É o que veremos.

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Como Desert Strike foi criado?

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Os Estados Unidos tem lutado nesses últimos 8 anos para tentar colocar alguma ordem no caos que se instalou no Iraque desde a invasão em 2003. Bilhões de dólares foram gastos, vários soldados já morreram e, ao que parece, a briga contra as diversas facções e grupos terroristas que atuam nessa área não acabará tão cedo, a despeito da morte de Osama Bin Laden.

Helicóptero Apache sobrevoa o deserto

No Mega Drive, porém, a vida era bem mais fácil. Bastava um helicóptero Apache pilotado por um destemido piloto para colocar ordem em toda a região do Golfo Pérsico. Desert Strike foi revolucionário em 1992, quando foi lançado. Nunca antes, um jogo de guerra para consoles deu tanta liberdade ao jogador, forçando-o a pensar estrategicamente, administrar recursos e completar missões a tempo.

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De quatro é mais gostoso

Sega Team Player

Se, ao ler esse título, você imaginou qualquer coisa que não fosse uma boa disputa entre quatro jogadores, sugiro que procure a Igreja mais próxima para se confessar. Afinal, sua mente anda bem poluída.

Adaptadores como o Sega Team Player e o Four Way Play permitiam reunir toda a galera para disputar partidas agitadas de jogos como Mega Bomberman ou NBA JAM. Em tempos onde redes locais (LANs) e o multiplayer on-line ainda eram rudimentares e restritos a uma pequena parcela da população, os multitaps permitiam que até 8 pessoas pudessem jogar ao mesmo tempo. Era garantia de horas de diversão – e uma verdadeira “visão do inferno” para quem tivesse de limpar a sala depois: restos de salgadinhos, sorvetes e refrigerantes espalhados sobre o tapete e o sofá. Continuar lendo

A decadência da Tec Toy

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Houve um tempo em que a Tec Toy era sinônimo de qualidade. Todas as crianças queriam seus brinquedos e videogames. Seus produtos estavam em praticamente todas as listas de Natal e variavam desde o Pense Bem, um jogo eletrônico de perguntas e respostas, até a boneca falante Nádia, que incluía sensores de luz e toque. Isso, claro, sem contar os consoles da SEGA, distribuídos com maestria pela empresa. Quem não tem saudades da seção de videogames das antigas Lojas Americanas, repleta de cartuchos e acessórios para o Master System e o Mega Drive, por exemplo?

Porém, chegou uma hora em que isso começou a mudar. No passado, crianças que tivessem alguma coisa da Tec Toy eram acusadas de ser mimadas e criadas a leite de pera (afinal, eles não eram baratos). De repente, os produtos da empresa passaram a ser vistos como concorrentes de quinquilharias eletrônicas de camelô e de marcas de baixa qualidade como a Dynacom e a Britânia. E, com o foco sempre no Mega Drive, o artigo tratará dessa decadência. Continuar lendo

A SEGA no paredão: a CPI da violência nos jogos de 1993

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Quem pensa que a discussão sobre violência nos videogames é recente se engana.  Em 1976, um fliperama chamado Death Race já causava polêmica por seu conteúdo. Porém, nada comparado com o que sofreria a SEGA em 1993. Nesse ano, a fabricante do Mega Drive chegou a ser ouvida numa CPI do Congresso Americano sobre os jogos violentos. Mortal Kombat e Night Trap (SEGA CD) foram os principais bodes expiatórios na época. Porém, essa história é bem mais longa.

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Os primeiros passos do Mega Drive

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Criar um novo console não é fácil. A simples escolha das peças que farão parte de seu hardware demanda questionamentos que vão desde os custos de produção até o recebimento que ele terá por parte dos criadores de jogos. É um processo caro e demorado.

A SEGA reinava nos fliperamas em meados dos anos 80. Não era incomum ver grandes filas se formando por trás de máquinas como Out Run, Space Harrier, Hang-On ou After Burner. Todos anisavam por uma oportunidade de jogar o que havia de melhor em tecnologia na época.

Este sucesso, no entanto, não era compartilhado por sua divisão de consoles. O SG-1000, lançado em 1983, foi completamente ignorado pelo mercado japonês. O Master System não gozou de melhor sorte, fracassando tanto em sua terra natal como nos EUA. Será que o Mega Drive teria destino diferente? É o que veremos a seguir. Continuar lendo

É DO BRASIL! – Os jogos de Mega Drive criados no país

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O Brasil pode se orgulhar por ter um dos melhores times de futebol do mundo, um estilo de vida vibrante ou por ser uma das quatro potências econômicas emergentes (ao lado de China, Rússia e Índia). Porém, ainda não dá para sentir a mesma coisa com relação à indústria nacional de games. Fora uma ou outra empresa pequena que cria, sem receber qualquer incentivo, jogos para os smartphones da vida, não sobra mais nada. Jogos nacionais para consoles caseiros (eu não estou contando o Zeebo, tá, gente?)? Isso ainda é sonhar demais (considerar os caça-níqueis lançados pela Ubisoft São Paulo para Wii e DS é forçar muito a barra)!

Porém, houve um tempo em que as prateleiras das lojas de games brazucas estavam repletas de jogos com personagens bem conhecidos entre nós: a Turma da Mônica, a TV Colosso, o Castelo Rá-Tim-Bum, o Sítio do Pica-Pau Amarelo, dentre outros. Tudo isso graças aos esforços da Tec Toy, que, naqueles dias, buscava ser mais do que uma simples distribuidora de jogos. Continuar lendo

Sega Channel: melhor que o pacote da HBO

Todo mundo sabe que, fora uma ou outra exceção, a TV aberta nunca foi sinônimo de qualidade. Qualquer um que tenha um dinheirinho a mais fará o possível para fugir de Faustões e Datenas e entrar num novo mundo, povoado por canais como Warner, FOX, Cartoon Network ou o Discovery. A TV a cabo é a salvação para quem deseja usar seu televisor para alguma coisa além de assistir a filmes em DVD/Blu-Ray ou jogar videogame.

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